Definitivamente, mudei-me.

Posted On Junho 15, 2009

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definitivamente e, estando já em Lisboa há duas semanas, mudei-me para o meu blog anterior, que provavelmente terá ligação com este, memórias, etc…
blog actual e permanente: http://www.ideiasdelirantes.wordpress.com

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YES WE CAN!

Posted On Junho 4, 2009

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Marlene, remember our Erasmus philosophy?
Inspired by Obama campaign we could laugh and at the same time we could keep going with strenght.
YES WE CAN.
was a sentence that followed our Erasmus since Catarina’s birthday;
it was a sentence for fun but after awhile it got serious.
Remember the paper I wrote you in the library? I hope you kept it with you, i’m sure u did.
Remember all of our weakness moments?all of our stressed moments?
Remember all the talks we had about the time before Erasmus?
We both were too afraid to go but with time and with friendship we could. YES WE COULD.
We should be proud and more self confidence. and I think we are. YES WE DID.
We gave each other support and inner support, we looked through each other eyes and we understood every single feelings of each. We didn’t judge, we just listened and we cared. and we spoiled each other in the hardest moments. We were a true family. YES WE WERE. YES WE ARE.
You are my Erasmus my sweet french (arrogant, haha) friend, you were my Erasmus. YES YOU WERE.
Without you, without your friendship, without the strong connection that we built through the months I couldn’t handle it so easily. YES I COULDN’T.
I will always.always remember you, always be your Erasmus portuguese friend, always be your portuguese friend beyond Erasmus. YES I WILL.
No distance, without huging each other everydays, No distance will ruin this friendship. No countries in the middle, No days without talking, No other friendships and persons in our lifes. Nothing. Nothing will damage such a beautiful thing we built.Nothing.
I garantee and I say YES WE CAN.
YES WE CAN continue to be friends even in far away countries. YES WE CAN continue to be friends even if we don’t talk every single day.
YES WE CAN continue to be friends even missing each other.
YES WE CAN handle the missing because it makes us feel closer and closer.
YES WE CAN tell each other all the news from France/Portugal with big smiles.
YES WE CAN my love. Mon amour. Meu amor.
I woke up thinking of you, huging Chuchu, the best present you could give me for my birthday. I put our bracelet everydays now even with more meaning. It makes me feel close to you (sounds lame but is true).
Thank you for being my Erasmus. Thank you for charing all those amazing moments with me. Unforgetable.
YES WE COULD.YES WE CAN!
P.S.-just can’t stop writing in this blog, my mind is still in Erasmus…

Estranho

Posted On Junho 2, 2009

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Estranhos são os sentimentos que tenho tido, sinto-me feliz por aqui estar, sinto-me feliz por mtar todas as saudades, por estar com o meu namorado.
Mas sinto-me estranha e tal como digo em inglês aos meus amigos erásmicos:”is wierd to be back home but is also more wierd to feel wierd in my own country”.
É, é estranho passear em Lisboa com olhos de quem veio de fora, Lisboa parece-me mais bonita e anseio por a mostrar à minha família erásmica, anseio por contar tudo o que se passou por lá e anseio continuar a mandar-lhes mails. É estranho estar já de volta.
sabem aquele proverbio popular?”o tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem…”; parece o erasmus: estamos muito tempo fora por causa das saudades mas muito pouco tempo lá porque queriamos aproveitar mais as novas amizades construídas.
Mas, em apenas pouco tempo…fiz amizades para vida que me enriqueceram e continuarão a fazê-lo, sinto-me sortuda por isso.
Ando sempre com a pulseira da amizade entre mim, a Catarina e a Marlene, a qual me enviou um email dizendo que comeu bacalhau em França e ouviu falar português, tendo ficado feliz da vida 🙂
Eles agora reconhecem o português porque lhes ensinámos os sons nazais, acharam muita piada ao “ão”. 🙂
Espero receber visitas de França em Agosto e ir lá no fim de Setembro, quando os exames chatos acabarem (acabou-se a boa vida).
Até lá sorrio a mim mesma sempre que penso na palavra erasmus, já pedi informações para o estágio que quero fazer fora e perguntei se a minha universidade não tinha a organização de “tutor student”, ou seja, são estudantes do próprio país que ficam encarregues de um grupo de alunos estrangeiro e vão orientando, eu tive isso lá e queria fazer cá. Não sabiam o que era (incrível!) mas acharam uma ideia interessante e pensarão em nós se a implementarem, espero que o façam, era uma maneira de me sentir erasmus e ajudar por mais tempo 🙂
Bom, fico-me por aqui dizendo que passei no exame de clínica da Finlândia!ainda me falta acabar um essay e fico pronta 🙂
Continuarem a escrever neste blog enquanto me sentir mais no céu que em terra, se é que me entendem 😉

O fim da terra do fim.

Posted On Junho 1, 2009

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Bom, tive uns tempos sem escrever, tudo porque era o fim e mal vim ao computador.
Acabou, o meu erasmus acabou.
Não, não acabou porque em mim, dentro de mim, nunca acabará.
Nunca esquecerei tudo o que fiz, conheci…naquilo que me tornei.
A terra do fim acabou para mim (Fin=fim; land=Terra) mas ainda sinto como se continuasse, é estranho estar em Lisboa e falar português, é estranho voltar aos mesmos sítios, ao meu quarto e não ver as pessoas que via todos os dias.
O primeiro impacto foi quando entregamos o passaporte em Portugal e dissemos “boa tarde”; ah e o calor, esse foi um grande impacto!!
ainda estou em fase de integração psicológica por isso não vou fazer grandes análises.
Apenas quero dizer que este blog está a chegar ao fim, se eu não estou mais em erasmus ele também não faz mais sentido.Talvez o imprima e faça dele um diário, logo se vê.
Talvez ainda venha aqui escrever pensamentos que tenham a ver com o erasmus.mas voltarei ao meu blog anterior.
espero resolver o problema das fotografias porque há muitas que ainda queria mostrar, alguém sabe cancelar os gears?
bom, com isto me despeço dizendo que estou de regresso com uma mala cheia de fotografias e recordações; de pessoas, de acontecimentos e de crescimento interior, acima de tudo.
Serei sempre erasmus.Sempre. (o meu quarto será erasmus com todas as fotografias e bilhetes que guardei de todos os sítios onde fui).
Erasmus é uma palavra que só quem o vive o entende.

Borboletas na barriga

Posted On Maio 20, 2009

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É o que sinto agora, como quando somos adolescentes e nos apaixonamos pela primeira vez.
Sinto mesmo isso.
Bem, é estranho, por um lado estou super triste por me despedir dos grandes amigos que fiz, mas por outro, e tendo a certeza de que os vou voltar a ver (pelo menos os que interessam mesmo), sinto uma felicidade tremenda por voltar.
Sinto um orgulho enorme em mim e naquilo que fui capaz aqui, sorrio. Apenas sorrio. Mesmo quando estudo sinto que sou uma pessoa muito melhor e muito mais liberta do que era.
O erasmus abriu-me os horizontes: antes era incapaz de me ver a viver fora de Portugal, estava demasiado agarrada às minhas raízes e tinha medo de perder. Medo de vos perder.
Agora ganhei confiança. Sei que não vos perco por estar fora e agora sorrio quando penso estagiar fora. Aqui pelos nortes. Apesar de amar Portugal sei que aspiro mais do que ser apenas secretária de Psicólogos ou o trabalho que eles não querem vir para mim e sei que seria isso que aconteceria se estagiasse aí.
Voltarei para sempre. Quero construir a minha vida em Portugal, a teu lado, amor.
Apenas quero uma vida melhor e mais garantida do que teria se continuasse aí sempre. O mercado está demasiado cheio e só se consegue ascender se abrirmos horizontes.
Estou feliz por saber que vou ter os meus queridos à minha espera no aeroporto, ansiosos por me abraçarem.
Estou feliz por saber que vou chorar de alívio por as saudades terminarem mas tornar-me nostalgica quando me lembrar do erasmus.
O erasmus mudou-me para sempre. Eu sou erasmus e compreendo a sua filosofia. O erasmus abriu-me a mente e isso faz-me feliz. Ficar sempre em Portugal seria como uma menina que nunca saiu da sua aldeia interior para ir ver o mar.
Obrigado erasmus, obrigado coragem 🙂

Packing

Posted On Maio 18, 2009

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Just realized how hard is to pack.
How many deep feelings in just one suitcase.
How many deep breathes in just one clothe.
How nostalgic it can be.
How it can help you to keep everything in mind.To make a context.To end a cicle.To begin another.
The ritual of packing.
Everytime I packed before was to leave to vacations.It was sad to pack to go back home but not like this.
Not this deep feelings.
When will I see this amazing persons again?
When will I live life this intensively like I lived here?
When will I understand the concept of Carpe Diem again like I did here?
When?
I miss my day life. My moments. My rituals. My boyfriend. My family. My friends.
But they are garantee. Garantee in a way that is more easy to meet them because nothing is always garantee in life.Nothing. You have to preserve it and sometimes it can be hardwork.
I’m happy because I’m lucky to live this. But also nostalgic. I will miss this friendship, this helpness. This camrade feeling. This first family that I built on my own. To be comfortable with tem. To feel like I know them for years. To trust in them. To be happy around them. And not only for parties.
But they will be in me all my life and I will be in them. I’m sure.
An Euro travel is waiting for me.And maybe to live again abroad also, because I now I know I’m able to.

The end is comming…

Posted On Maio 14, 2009

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Sometimes I write in english because I am always speaking in english and my thoughts come in english and it’s hard to translate somethings that you feel…
This is almost the end of erasmus and I always think: I remember the time I was too afraid to come here, not to handle the missing of the beloved ones and to feel lost in a completly different country.
Well, soon I understood that the fear didn’t have any point, I started living my erasmus always following the flow and I tried to enjoy as much as I could.
In Portugal I thought that I wouldn’t handle to be away from my boyfriend but I did. And now my love for him is even more strong, now I know that nothing can fall us apart. Not even many countries in the middle of us.
Now everything is going to be all right.
I feel that I didn’t disappoint anyone and that I am really proud of me.
I came to Finland when it was -11, I went to Lapland, to St.Petersburg, to Stockholm, to Tallin, I travelled a lot and I was never tired.
I’m speaking like it was the end already and I don’t know why, maybe because this week almost everyone left and I already said goodbye to 4 people that I really like.
The spanish werer the hardest goodbye, I cried.
I will miss their noise, their laugh, to hear their voices in the corridor, I will miss their “kill me” everytime they were surprised with something. We met in Russia but we live so near, I know that we will see each other again.
I am in love, with me, with my boyfriend, with life. I am in love with what I lived and what I am still going to live.
I’m sad because I’m going to say goodbye to many people that I love, trully love, to this family that I built.
But I know I can handle it.I’m sure.
I will go back to Portugal, I will my exams, go to my masters and continue my life more happy because I could.
I could and I’m proud.
Now I still have some time to enjoy, at least two weeks.
One of them is for studying all the time, the other is to enjoy as much as I can.
I will miss my family like hell.
why are goodbyes so hard?
Yesterday I realized it’s only two weeks left…
(p.s.- n sei que se passa mas nao consigo por fotos aqui, se nao conseguir antes de me ir embora, tera q ser ao vivo em Portugal, entretanto vou escrevendo, beijo grande!)

Franceses

Posted On Maio 7, 2009

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Estou apaixonada pelos meus dois amigos franceses, diria talvez mais pela nossa querida Marlene porque se abre mais connosco mas o William é também um excelente rapaz e amigo.
Eles não são uns franceses normais, eles são franceses que se interessam pelos outros países, que gozam com França e com os franceses de Paris.Aqueles franceses com um cão pequerrucho e uma boina na cabeça.
São franceses que odeiam o Sarkozy tanto, que fiz um quiz mesmo estúpido no Facebook (os males de não ter televisão) que era:”what evil in History are you?” o resultado deu-me precisamente Sarkozy. Como é óbvio contei-lhe e gozamos juntas. Digo-lhes várias vezes que o nosso amigo Sócrates é apaixonado pelo Sarkozy e eles riem-se. Ainda ontem disse a Marlene que tinhamos um primeiro-ministro com um nome dum filósofo grego e, realmente ele é filósofo: gosta de pensar sobre um Portugal utópico 🙂
Ela riu-se.
Eles são humildes e brincalhões, conhecem o F.C.Porto e o Benfica, querem ir a Portugal ter connosco e eles eu tenho a certeza que vão.Talvez mais a Marlene mas se ela for o William concerteza que irá também.
Todo este post é apenas para dizer a tamanha ternura que tenho por eles e como adoro quando, por exemplo, a Marlene goza com os sons portugueses e quando o William tenta imitar palavras que nós dizemos; sai sempre um brazileiro aportuguesado 🙂
Gosto mesmo deles, são pessoas que quero em mim para sempre e que me vai doer horrores dizer adeus.
Mas tal como diz a Marlene:”I’m not going to be sad because I know that I will see you again!”
Ah, ainda queria mais dizer que a maioria dos franceses aqui eu não gosto nada mas eles os dois são diferentes.
Fazem-me querer lembrar-me do meu francês (carrascão) e, quando digo alguma coisa em francês riem-se imenso e até dizem que tenho uma boa pronúncia.É pena não me lembrar de como se fala mesmo.
Anseio por continuar amiga deles e por ir visitar a Marlene ao sul de França como já lhe prometi.
E de lhes mostrar Lisboa e a minha casa em Aljezur, penso que vão adorar, pelo menos irei mostrar com todo o entusiasmo 🙂
Gosto deles.

Optimismo

Posted On Maio 6, 2009

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Muitas vezes me perguntam como consigo ser tão optimista/positiva.
A resposta não é muito difícil, não sou optimista por falta de vivência na vida ou por ignorância como lhe chamaria Fernando Pessoa, quando fala naqueles que são ignorantes e, por isso, mais felizes.
Sou positiva porque já sofri demasiado para ser negativa.
Não consigo entender as pessoas que preferem ficar no seu negativismo egoísta em vez de ultrapassarem os problemas da vida com vontade de ficar melhor.
Não entendo mesmo e o facto de estudar Psicologia não faz de mim uma pessoa que entende tudo e todos como me costumam lembrar:”estudas psicologia, devias entender”.Pois, peço desculpa, mas por muito que tente não entendo…
Já vivi coisas demasiado tristes na minha vida, como a morte da tia Lhoca que me marcou para sempre quem sou e quem serei, penso que até a minha escolha do curso teve a ver com isso.
A morte da tia bloqueou-me durante alguns anos até perceber o porquê desse bloqueio.
Demorei anos a fazer o seu luto e, apenas hoje em dia consigo falar nisso.
Penso que foi o maior sofrimento que tive na vida e como tal tenha sido tão influenciada por isso.
Hoje em dia, com luto feito e resolvida por dentro sigo em frente com positivismo porque não, não vale a pena ser negativo, não vale a pena querer “chamar a atenção” por coisas inúteis, não vale a pena queixarmo-nos da vida que temos, não vale a pena entrarmos em depressão.
Não digo que seja fácil, não é.
Mas tenho várias pessoas que dizem que preferem ser tristes a ser felizes e dizem que a felicidade não existe.
Bem, talvez por si só não exista mas por nós existe. Garanto.
Com o nosso conhecimento próprio e o lutar por um sorriso.
A tia ajudou-me a compreender isso tudo, a tia ajudou-me a superar o maior sofrimento da minha vida e a conseguir seguir em frente com ternura por ela.
Obrigado tia (este obrigado não é ao sofrimento da minha tia que foi muito, mas à transparência dela na vida e ao seu interior vasto e belo).
Sei que pode ser contraditório mas sinto que, apenas quando passamos por algo forte e triste na vida, a conseguimos valorizar e querer alcançar a felicidade e foi o que me aconteceu.
E por isso sou optimista.
Não é por ingenuidade como sei que muitos pensam.
A felicidade existe, garanto-vos e eu continuo à procura dela.

What is so good about goodbye?

Posted On Maio 6, 2009

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I am sorry but this post will be in english because the thinking came in english.

I saw this picture on internet and, in a time of goodbyes it made me think.

What is so good about goodbyes? Nothing at all.

you loose something, you feel emptiness and you are afraid of loosing the person/object that went away.

A goodbye makes a beat in your heart, a big one, makes distressing feelings grow, a lot.

But maybe this can be only in the beginning of the impact, at least is what I hope.

I hope, with time and reflexion, to replace this distress feelings with sweet memories. A big smile will come instead of a sad and nostalgic face.

Well, nostalgic will prevail but in an happy way, in a sweet way and memories will stay forever.

I think that, when I go through a crisis in life after this experience, I will remmember this and I will say “thank you”, it makes me fulfilled and with no reasons to complain.About nothing. Those who pass through this are the luckiest ones in world, I keep thinking of those who still fight for having the right to education…

it’s not just right to complain. Or even fair.

What is so good about goodbye?

It means that you lived it. That you experienced it. That you were lucky and happy.

The “so good about goodbye” is when you smile to the person that you say goodbye, even if it hurts so much.

It means that you like her and you don’t want her to leave sad or to see you sad.

Concluding, is all about sweet memories 🙂

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